domingo, 21 de agosto de 2016

2016

Ando perdida entre tantos livros, filmes, musicas que decidi criar essa lista e ir acrescentando o que mais gostar... 


  • Books:
- Pergunte ao Po - John Fante
- O amor segundo Buenos Aires (Fernando Scheller)
- Watermelon (Marian Keyes)
- Ferias (Marian Keyes)
- Ser feliz era esto (Eduardo Sacheri)
- Angels - Marian Keyes



  • Movies/TV Series

- Brooklyn
- Me before you
- Downtown Abbey
- All Good Things
- Un cuento chino
- Julieta


  • Songs

- Dani Martin - o tema das minhas férias em Malaga
- I will wait (Mumford and Sons) - Ireland
- Galway Girl - A canção de todos os Pubs

terça-feira, 7 de junho de 2016

Originalidade

Não que eu tenha viajando o mundo, não que me falte vontade, mas ainda preciso de mais tempo e dinheiro. Só que nos ultimos meses  aumentei o número de carimbos no passaporte (viva as empresas Low Cost) e com essas experiências eu percebi que muitas vezes é difícil fugir do óbvio e fazer de cada viagem algo original.

O que isso significa??? Acredito que muitas vezes o que realmente muda são os pontos turísticos, seja na  Torre Eiffel ou naquela cidadezinha medieval o que mais encontramos são vários turistas lutando por uma foto clichê, quase ninguém se dando ao trabalho de observar sem o auxílio das lentes das câmeras ou celular.

Depois de lutar para tirar aquela foto sem dezenas de turistas estranhos você decide fazer dar uma volta nos arredores e talzes sentar para observar os locais, mas fazer isso em algum café que não seja em Starbucks, Insônia ou Costa virou quase missão impossível. Não que eles não tenham seu valor, ainda mais quando eu preciso de Internet ou uma ida ao banheiro, e para quem é de Minas como eu sabe que esses cafés são quase uma atração a parte (que sorte temos que nos padarias com pão na chapa e pingado ainda resistem), mas encontrar qualquer lanchonete que mostre um pouquinho das tradições é uma tarefa cada dias mais complicada.

E a história não termina por ai por não posso esquecer dos restaurantes pega-turistas que com seus pratos típicos, que muitas vezes nem tão típicos assim, e além de tentar nos capturar na rua eles cobram preço de ouro, e quem me conhece sabe que nada me irrita mais do que pagar para comer e a ser comida ruim.

Esses pequenos detalhes que perseguem a vida qualquer um que decide fazer uma viagem me faz perceber que muitas vezes vemos "mais do mesmo", e consequentemente o interesse vai diminuindo e me pergunto o que vai chamar a minha atenção em um futuro muito próximo? Talvez a solução seja rever os tipos de viagens que devo encarar, mas por sorte apesar de todos esses pontos eu ainda tenho a sorte de ser surpreendida. Como não lembrar quando visitei a Torre Eiffel, e apesar de toda publicidade em torno, milhares de turistas e trombadinhas eu ainda tenho na cabeça a imagem de quando a vi de dentro do metrô e só pensava em como imponente, mas a minha preferência ainda é visitar cidadezinhas que algumas vezes mesmo "construídas" são puro charme. Nelas os pequenos vasos de flores são acidentalmente colocados para combinar com as janelas e as vielas surpreendem os que  estão atentos ou até mesmo os distraídos. Sem falar nos cafés ou restaurante originais que resitem a abertura dos gigantes, e até aquele cafezinho para descansar e observar  vale cada centavo.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

O Natal por aqui...

Natal sempre foi sinônimo de família, e eu acreditava que esse primeiro ano aqui na Irlanda longe da minha seria algo triste, mas ao contrário entrou para a memória. Por mais que a SAUDADE tenha apertado, eu tive a incrível oportunidade de participar de vários momentos mágicos aqui, e por isso resolvi escrever para deixar registrado.

Eu não sei se a razão é porque nos últimos anos estava vivendo essa época de forma automática, e quase tudo resumia em correria para fazer o que não foi feito durante o ano, consumismo, lojas lotadas, comilança, preparação psicológica para as perguntas das tias sobre namoro, etc. Claro que tinha o lado bom, como encontrar alguns amigos que pela correria do dia-a-dia era difícil, mas que o espírito natalino nos ajudava a deixar de lado o contato virtual para aquele encontrinho cheio de conversas regadas a nostalgia.

Não adianta, nunca escapo dessas perguntas. 


Aqui na Irlanda o espírito natalino chegou e com vários rituais diferentes do que temos no Brasil, e achei a atmosfera bem parecida com as propagandas da coca cola. Claro que parte do encanto é devido ao clima do país, já que uma lareira não combina com o verão brasileiro.

O clima de propaganda da Coca Cola. 


Dentre as várias tradições o que me chamou mais a atenção foram os “jumpers de Natal”. Podemos encontrar diversos modelos de “sweaters” com motivos natalinos que vão desde um simples Papai Noel estampado até com pisca-pisca, e ainda existem competições para escolher o mais criativo. Posso dizer que é engraçado chegar em um Pub e ver várias pessoas usando seus jumpers. Além disso, podemos encontrar arquinhos de Papai Noel ou das Renas que por falar nelas descobri que são 8, e a principal chama-se Rudolph. Os carros inclusive são enfeitados com adereços para representá-las. 

Os diversos modelos de jumpers. 


Rudolph sendo representado.

Eu não podia ficar sem meu jumper. Presente da minha família.


Outra tradição é de usarem árvores de natal natural, e é possível encontrar nessa época vários lugares que vendem as Xmas tree por aqui. Apesar de ser mais bonita eu não gostei muito da ideia de descartá-las depois do Natal (fiquei pensando no episódio de Friends onde a Phoebe sai para defender as árvores de serem incineradas... sorry amigos, eu sei que ultimamente estou muito entusiasmada com Friends).

Episódio do Friends! 


 Agora sou solidária a Phoebe.

A árvore da minha casa já com os presentes do generoso Santa.



As músicas de Natal também fazem partes das tradições (inclusive tive aulas sobre o tema e conheci algumas). Os lugares colocam o tempo inteiro as principais canções, e também é criada uma rádio de Natal. A mais famosinha aqui é “All I want for Christmas is you” (Mariah Carey), mas a minha preferida é Last Christmas (Wham). Esse ano o Michael Bublé incentivou e fez um concerto só com músicas de Natal.



Sobre as comidas, o que mais vi nos supermercados e escutei o pessoal comentar foi sobre as famosas tortinhas “mince pie” que são recheadas de frutas. No inicio achei meio sem gracinha, mas depois comi da maneira correta que é quentinha e com creme e acabei gostando. Como estou vivendo em uma mescla de cultura na minha nova casa tive um ceia no dia 24 com comida alemã porque o Pai é filho de alemão, e no dia 25 tive um jantar especial com a Louise (uma fofa), que me acolheu na Irlanda quando eu cheguei e o prato foi bem típico da Irlanda (legumes e peru).

Mince Pie

Minha descoberta. Mince Pie quentinha com creme. =) 

Almoço de Natal na Casa da Louise. 



Enfim, acho que apesar de todas essas novidades  na forma de celebrar essa época o que mais mexeu comigo foi estar perto das crianças que ainda acreditam em Papai Noel e que tem toda a expectativa do bom velhinho. Acompanhei desde o envio das cartas até a abertura dos presentes, e foi emocionante participar de cada momento e ver a felicidade delas ao ver tantos presentes.

Para o próximo Natal ainda não tenho ideia de onde vou estar, mas estou segura que esse Natal foi muito especial.


A lareira da minha nova casa.
Harvey curtindo a Lareira.

O Irlandês tradicionalmente valoriza muitos os cartões. Eles ficam expostos, e geralmente as papelarias vendem cartões das instituições de caridade. 

Essa "coisinha" é uma tradição na semana do Natal onde cada um segura em uma ponta para tentar arrebentar. Dentro podemos encontrar algum brinquedinho ou um papel com uma piada ou curiosidade

Casa da Louise
                                                                                                                         Happy Xmas!!!


terça-feira, 10 de novembro de 2015

E como vai o meu Ingles????

Hoje eu completo 6 meses na Irlanda, e resolvi fazer uma análise diferente desse tempo. Como o meu principal objetivo é melhorar o meu nível de inglês resolvi avaliar como foi a evolução nesse período. 

Na minha escola os níveis são divididos em Elementary, Intermediate e Advance. Dentro de cada um deles há outra divisão como, por exemplo, dentro do Elementary existem o A1 e A2.

Eu comecei o curso no A2, e em dois meses passei ao B1. A principal diferença que senti não foi no conteúdo em si, porque ainda estava aprendendo muito no A1, mas não conseguia desenvolver muito bem o Speaking já que a turma mudava muito.

Outro dia, eu estava revisando minhas anotações iniciais e deu para perceber o quanto evolui durante esse tempo. Eu cheguei com o nível quase zero, e ao contrário de muitos que acham que sabem Inglés e quando chegam aqui ficam surpresos, eu vim com a noção que eu começaria do zero e ainda contava com um certo bloqueio com a língua.  

Ainda lembro da primeira semana quando a mocinha do MCDonald's perguntou "eat here or take away". 




Apesar de estar um pouco frustrada em certos aspectos do intercâmbio, eu estou segura que esse tempo foi valido pelo simples fato de ter me ajudado a superar o "medo do Inglês". Olhando para lado "técnico" acho que esse período corresponde a cerca de 3 anos de cursinho no Brasil, e com a oportunidade de aprender de uma maneira mais pratica. 

O meu ouvido também esta muito mais acostumado, e já não e tão cansativo estar em contato com a língua, mas claro que ainda o nível de concentração nas conversas tem que ser alto.

A minhas maiores dificuldades ainda são: pronúncia (é tao frustrante quando sabemos a palavra, mas a pessoa não entende por causa da pronúncia), formulação das perguntas (por mais que eu saiba o quão importante é a formulação das perguntas, na hora de falar é aquele drama), e responder com frases mais completas (por mais que eu saiba que é necessário responder mais que um Yes ou Not ainda esquece de completar).

Se eu pudesse mudar alguma coisa no meu processo de aprendizado talvez fosse a minha persistência antes do intercâmbio. Apesar das pessoas criticarem o ensino de Inglês no Brasil (inclusive eu), com força de vontade podemos conseguir uma boa bagagem, principalmente gramática e vocabulário, e assim aproveitar o intercâmbio para  focar mais no Speaking, Listening e Pronúncia.

O mais importante para o meu aprendizado foi “aceitar” que o Inglês é diferente das “línguas românticas”. Isso implica que quando eu aprendo algo novo, obviamente eu preciso comparar com o meu idioma, mas certas coisas são bem diferentes eu simplesmente tento aprender como funciona no Inglês e pronto. Eu não posso ficar lamentando o fato de não seguir a mesma lógica da minha língua (Hello! Present Perfect).

Outro ponto importante é gastar o meu HD e meu esforço com coisas que sejam úteis. Às vezes olho no dicionário palavras que para mim não tem utilidade nem no Português, então qual vai ser a chance de usar isso em Inglês?

Enfim, estou felicíssima por ter completado esses 6 meses de curso, e agora começa uma 2º etapa porque decidi continuar estudando por mais 6 meses. Dessa vez com o desafio de conciliar com o trabalho de au pair porque em duas semanas começo a cuidar meio período das crianças, além de passar a viver com a família. =)


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Simpatia vs Empatia

Vivemos em um mundo que escutamos para responder e não para compreender e por isso desde que me apresentaram esse video reflito sobre isso....



sábado, 17 de outubro de 2015

Lembranças...

Nas minhas lembranças ele chega com o saquinho "da venda" cheio de bala Santa Rita. Ele aproveita para andar de ônibus porque maiores de 60 anos não pagam passagem. Ele manda o Celinho ter cuidado com a gente quando estamos andando a cavalo. Ele finge que o cabelo pretinho é natural, e as vezes toma uma pinguinha escondido antes do almoço para abrir o apetite. Ele é conhecido por divertir as pessoas nos velórios, e nos dá sermão se não beijarmos a mão dele quando pedidos "bença vó". Essa é a minha melhor e eterna lembrança.


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Recomendações...

Aula de hoje....


Hi Dear,

Alice is one of my best friends, so of course I know her very well. She's 24 and she's finished Comunication at University and Master`s degree in Risks Control, she has worked in a Advertising Agency for 1 year, but I`m sure that she would like to change her job. She lives in Buenos Aires, but her parents live in Rio de Janeiro, she doesn't have brothers or sisters, she lost her brother few years ago.

Alice's a very intelligent and creative girl and I really admire her heart because she's very kind and she values people close to her. She likes to amaze her friends with small gestures.

In her free time she likes watching movies, walking around the city and she's also very good writer and she has a blog "Alicescreve".

The only problem with Alice is that she's incredibly mean. You can`t imagine the things that she does to save money. Also, to be honest She's a bit hectic and she tries to do everything at the same time.

Love,

Theresa